Isso aqui não é blog. É o meu laboratório aberto. Onde eu documento o que funciona quando você cruza comportamento humano com tecnologia — e joga fora o resto.










Faça silêncio por um segundo.
Se prestar bem atenção, já dá para ouvir o Roberto Carlos sendo descongelado e aquele tio do "pavê" preparando as piadas, ou aquela tia que sempre pergunta: e as namoradinhas (o)… eu sei que pergunta! Falando nisso: você já arrumou sua cara metade? Se não, trate de preparar a próxima desculpa para sua tia. Enfim, esse texto não é sobre amor, é uma carta pra você.
É, o Natal chegou. Ou quase chegou. E com ele, aquele pânico de quem prometeu dominar o mundo em 2025, mas acabou só rolando o feed.
Rimos para não chorar, certo? Mas agora, corta as piadas. Quero olhar nos seus olhos…
A música clássica de Natal pergunta: "então é natal, o que você fez?…" Eu quero ir mais a fundo:
Dói, eu sei. Mas o conforto é o veneno da evolução. Para 2026, o mercado não vai aceitar o "morno", o "talvez", o "depois eu faço". Olha, eu não sou nenhum especialista, sou apenas o Papai Noel escrevendo uma carta. Deixa eu te contar: moro na Finlândia, cuido de renas e leio cartinhas o ano inteiro antes do natal, esse é meu trabalho só que hoje "tava de boa aqui na minha casa de gelo" e parei para assistir à aula do Ícaro, preciso concordar com ele em muitos pontos:
Quer sobreviver e lucrar? Foque nessas 3 habilidades inegociáveis (leia até o fim, pois vou te dar um bônus que salva MUITOS "bolsos" e seu próximo natal):
1. Fluência em IA: Não é sobre gerar imagens, é sobre produtividade exponencial. Quem não usa, já está obsoleto. Na boa, foi falado na aula, da pra você ser uma agência de uma pessoa.
2. Psicologia de Vendas: O algoritmo muda, o ser humano não. Saber persuadir continua sendo a skill mais lucrativa do mundo. Domine de verdade a arte de vender e escrever.
3. Inteligência Contextual: Num mundo de conteúdo sintético, sua capacidade humana de conectar pontos e gerar insight é o verdadeiro luxo.
Mas espere… A 4ª Habilidade (Bônus) é a que vai salvar seu bolso em 2026:
Pare de achar que o curso de R$ 5.000,00 vai te salvar se você nem abriu o PDF de R$47,00 que comprou em fevereiro. Aliás, dá uma pausa na leitura e me responda: você abriu seu PDF de R$47,00 que comprou lá em fevereiro? Bom, podemos seguir com a leitura…
Chega de frustração. Chega de colocar a culpa no curso. Chega de colocar a culpa no governo. Chega de colocar a culpa em VOCÊ!
O mundo não paga pelo que você sabe, ou diz que sabe. Paga pelo que você faz com o que sabe. Na boa, reflita sobre minhas palavras: chegue em 2026 sem vender nada, ou multimilionário; chegue do jeito que tiver que chegar…
Qual é a meta que sai do papel hoje? Qual vai ser sua próxima cartinha de Natal?
Se você prometer que vai se comportar bem em 2026, pode ser que eu te dê aquela bicicleta do Natal passado. Pra isso, eu quero você com "sangue nos olhos".
ASS: Papai Noel
É divertido, eu sei.
Você abre o ChatGPT, pede uma receita no estilo do Shakespeare, gera uma imagem aleatória lá no Nano Banana e ri no grupo do WhatsApp. Às vezes escreve uns poemas e pede conselhos sobre a vida. Pois é, eu sei!
Mas enquanto você brinca de "futuro", o mercado parou de rir faz tempo. Por experiência de trabalho, afirmo: a piada acabou.
Analisei os relatórios recentes de grandes fundos como Sequoia, Goldman Sachs e, claro, o relatório da Vigília sobre a suposta "Bolha da IA", e cruzei com os movimentos da Amazon e HP. A conclusão é um banho de água fria:
1. Esqueça 1999. O dinheiro agora é real.
Alguns estavam nascendo nessa época, outros eram muito novos para sequer saber o que era isso, mas deixa eu te contar um fato: A Bolha Pontocom foi um delírio coletivo onde qualquer empresa que colocasse ".com" no nome recebia milhões de investimento, mesmo sem ter produto real ou dar um centavo de lucro. Era pura especulação baseada em promessas vazias. O resultado? As empresas queimavam caixa e quebravam.
Hoje? A história é o oposto. As "Mag-7" sentam em pilhas de trilhões. A Microsoft opera com margens próximas a 50%, a NVIDIA passa dos 58%. Elas não vivem de promessas, elas têm caixa infinito para automatizar ineficiências agora.
2. O "Seguro" Geopolítico.
Perder a liderança em IA para a China não é perder mercado, é perder hegemonia global. O investimento não vai parar, tornou-se uma questão de segurança nacional.
3. A Realidade dos Layoffs (Amazon e HP).
"Mas se elas são ricas, por que a Amazon mira cortar 14 mil cargos de gestão e a HP está demitindo milhares?"
Com a IA funcional, elas estão trocando "gordura corporativa" por processamento de dados puro.
A Lição para 2025:
A bolha não vai estourar na Nasdaq agora. A bolha vai estourar na carreira de quem segue tratando IA como brinquedo e acha que "saber dar prompt" é o diferencial máximo.
A eficiência que a Amazon busca hoje é a régua que o mercado vai usar no seu CPF amanhã. Não confunda usar a ferramenta com dominar a estratégia.
O recreio acabou. Você vai ser o piloto dessa mudança ou a redundância que ela elimina?
Menos brincadeira. Mais execução.
Você que leu até aqui, não precisa entender um parágrafo do que escrevi, só precisa parar de brincar com o CHATGPT.
Ok, você leu a Parte 1. O susto passou. Você entendeu que a Amazon e a HP não estão "quebradas", estão ficando leves. Você parou de pedir poema pro seu cachorro no ChatGPT e percebeu que o mercado parou de rir.
Agora você encara o cursor piscando e pensa: "Tá, Richard. Se a brincadeira acabou, o que eu faço agora?"
Primeiro, vamos limpar a mesa: Pare de comprar PDF de "3.000 Prompts Secretos" por R$ 19,90. Isso é o equivalente digital a comprar terreno na Lua. Bom, eu falei pra você não comprar o que é diferente de você não vender 😉
A IA não é uma cartola mágica onde você tira coelhos. Ela é um motor. E motor sem volante e sem direção só serve para causar acidente. Ainda mais se tratando de uma Ferrari.
A Dura Realidade dos Dados:
Fui buscar o Microsoft Work Trend Index 2024, um relatório global massivo. O dado é um soco na cara de quem tem "tempo de casa" mas parou no tempo:
Leu direito? A sua experiência de 10 anos pode valer menos que a curiosidade estruturada de um garoto de 17 anos que sabe automatizar o fluxo que você faz na mão.
"Mas Richard, por onde eu começo?"
1. Saia do Chat, vá para a Integração. Ficar conversando com o chatbot é "brincar de boneca". O jogo de gente grande é Automação. Aprenda a conectar a IA nos seus processos. Ferramentas como Zapier, Make (antigo Integromat) ou n8n.
2. IA não corrige incompetência, ela escala. Se você escreve mal, a IA vai gerar textos horríveis mais rápido. Você precisa saber O QUE pedir. A habilidade do futuro não é "dar prompt", é Engenharia de Contexto.
3. O Segredo dos Dados Proprietários. Empresas não querem uma IA que sabe tudo sobre a Wikipedia. Elas querem uma IA que sabe tudo sobre os contratos, o estoque e os clientes delas. Aprenda como alimentar a IA com dados internos com segurança (o tal do RAG).
Resumo da Ópera:
Enquanto você gasta seus créditos de IA pedindo pro ChatGPT escrever poemas para o seu cachorro, tem um estagiário de 19 anos usando a mesma ferramenta para automatizar o relatório que você leva a semana inteira para fazer.
Obs mais importante: Nada contra quem escreve poemas e pede dicas de relacionamento pro GPT. E se você for continuar fazendo isso, só um cuidado: pedir conselho amoroso para uma inteligência que nunca tomou um "visto por último" no WhatsApp e nunca chorou ouvindo Bruno e Marrone é pedir para continuar solteiro(a). Confia no processo, mas não confia tanto assim.
Se existe uma verdade universal que o Dr. House nos ensinou, entre uma dose de sarcasmo e uma patada na própria equipe, é esta: "Everybody lies" (Todo mundo mente).
E se você acha que isso é ficção, olhe para a sua própria rotina. Nós operamos diariamente à base de pequenas fraudes de sobrevivência.
Sabe aquele clássico "Tô chegando, 5 minutinhos"? Tradução real: "Ainda estou procurando a chave do carro e nem saí de casa."
Sabe o famoso "Amanhã 6h da manhã tô de pé pra ir na academia"? Tradução real: "Vou dar soneca três vezes e acordar atrasado de novo."
E o campeão do mundo corporativo, o "Vou ver minha agenda e te aviso"? Tradução real: "Não tenho o menor interesse nisso, mas sou profissional demais para dizer 'não' na sua cara."
Agora, a pergunta de um milhão de reais: Por que raios você acha que, na hora de abrir a carteira, seu cliente viraria um santo da honestidade?
No mundo dos negócios, a ingenuidade é o que quebra empresas. O cliente mente o tempo todo. E o seu erro é acreditar na "legenda" em vez de assistir ao "filme".
Quando ele diz: "Tá caro". O que ele está dizendo na verdade? "Eu não vi valor suficiente nisso para justificar o risco. Me convença de que isso vai me dar retorno."
Quando ele diz: "Vou falar com meu sócio/esposa". Na verdade: "Eu não tenho coragem (ou autoridade) para bancar essa decisão agora."
Quando ele diz: "Vou pensar". Na verdade: "Não gostei, não confiei, ou não entendi. E vou esquecer de você assim que virar a esquina."
Copywriting e Vendas não são sobre acreditar no que as pessoas dizem. São sobre entender o que elas sentem mas têm vergonha de admitir.
Se você quer que a carteira abra de verdade em 2026, pare de responder à mentira lógica. Comece a conversar com o desejo secreto.
Menos ingenuidade. Mais psicologia.
Obs: E se você respondeu "vou pensar" para esse texto... bom, a gente já sabe o que isso significa, né? 😉
Sábado agora. Sol na cara, fumaça de carvão no olho e um copo "trincando" na mão. O cenário clássico do churrasco onde a gente resolve os problemas do mundo inteiro entre uma linguiça e um pão de alho.
Alguém soltou a pérola: "Nossa, seus textos tão voando. Qual prompt você usa?".
Eu ri. Dei aquele gole longo para ganhar tempo.
Só para deixar registrado em cartório: quem digita aqui tem CPF, boleto vencendo e dor nas costas (e coloca dor nas costas, viu). Não é o robô.
Mas a pergunta ficou martelando enquanto eu salgava a carne. E me lembrei daquele filme, Click.
Lembra? O Adam Sandler ganha um controle remoto universal que permite avançar as partes chatas da vida. O trânsito, a briga com a esposa, o banho, a espera pela promoção. O sonho de qualquer preguiçoso.
Parece familiar?
Pular a pesquisa. Pular o rascunho ruim. Pular o esforço de conectar duas ideias que não se encaixam. Queremos texto pronto, o código perfeito e a estratégia montada clicando em "avançar".
Só que no filme, o protagonista percebe tarde demais que, ao pular o processo, ele pulou a própria vida.
A lição que vale mais que a picanha (que, aliás, ficou muito boa): a IA deve ser o seu estagiário, não o seu cérebro.
Se você usa a ferramenta para pular a parte onde sua cabeça precisa doer para criar algo bom, você não está sendo produtivo. Está ficando atrofiado. A máquina serve para tirar o peso do braço, nunca o peso da consciência.
Escreva com a sua voz. Use o algoritmo para varrer o chão, não para dançar a valsa.
Caso contrário, daqui a pouco você vai olhar para trás e perceber que não construiu nada, só apertou botões. E quando ninguém mais souber diferenciar você de um script, o final da sua história vai ser triste.
Vai sobrar apenas isso:
assinado, seu amigo GPT.
Vocês notaram que o mundo não está apenas girando esse ano? Ele está gritando.
Bem-vindos oficialmente à "Tempestade Perfeita" de 2026. O cardápio do ano parece que foi desenhado por um roteirista sádico de reality show: temos Copa do Mundo para testar o coração, eleições para testar o fígado, Trump ameaçando metade do globo lá em cima e o STF pautando o almoço de domingo aqui embaixo.
É barulho. Muito barulho. É uma "sinfonia do caos", marteladas, apitos de juiz e notas de repúdio.
Pense comigo: O algoritmo quer que você se indigne com a polêmica da semana. O candidato quer que você brigue no grupo da família. A seleção quer que você perca o sono escalando o time ideal. E você? Bom, cê tá no mesmo lugar, enquanto o mundo gira.
Eles estão fazendo o trabalho deles: chamar atenção. O problema é quando você deixa de fazer o seu trabalho para dar audiência para o deles. Desculpa o choque de realidade: o Alexandre de Moraes não vai pagar suas contas. Ninguém vai te salvar.
Mas existe uma linha tênue entre estar "informado" e estar "hipnotizado".
Enquanto a maioria estiver paralisada tentando prever o futuro geopolítico ou discutindo o VAR nas redes sociais, existe um grupo silencioso que entendeu a regra do jogo deste ano: blindagem.
Quem construir um "bunker mental" em 2026 vai nadar de braçada. Porque a concorrência está distraída.
O segredo para terminar esse ano com saldo positivo no banco (e na saúde mental) é praticar a "surdez seletiva".
Deixe o mundo gritar lá fora. Aqui dentro, o único barulho que importa é o do teclado batendo e o da notificação de venda caindo.
Apertem os cintos e comprem tampões de ouvido. Vai ser um longo ano (e tem tudo pra ser de sucesso).
Seguimos…
Leitor, esse incômodo é produtivo, segue a linha…
Hoje é dia 5 de Fevereiro. Você sente isso no ar? Não é o calor. É o silêncio. Aquela euforia de "Novo Ano, Novo Eu" que explodiu no dia 1º de Janeiro já morreu. Foi enterrada junto com as sobras da ceia.
Mas o Carnaval ainda não chegou.
Estamos oficialmente vivendo no Limbo Brasileiro. É aquela época perigosa onde o país entra em "modo de espera". Você tenta fazer negócio e ouve: "Vamos deixar para depois do Carnaval?"
Sabe o que é mais triste que essa espera? É a incoerência. É ver gente planejando gastar uma fortuna em abadá, cerveja e viagem, enquanto a vida financeira está na UTI respirando por aparelhos.
É se fantasiar de Rei no bloco, mas viver refém do próprio saldo bancário.
É aquela alegria frágil, de quem tá sorrindo para a selfie, mas tá suando frio por dentro. Você joga purpurina na cara, posta no Instagram... mas a realidade continua lá, cinza e pesada. E no fundo, quando a música para, você sabe que é só maquiagem tentando esconder o problema. Seu rosto já não disfarça mais…
O mercado não vai parar de girar só porque você decidiu alienar a sua realidade por quatro dias.
Não caia na armadilha do Limbo. Se a sua vida real não está resolvida, a sua "festa" é só fuga. E fugir sai caro.
Saia da sala de espera. A vida (e os juros) acontecem agora.
Se a Parte 1 deste texto foi um aviso amigável, considere esta Parte 2 o atestado de realidade. Porque não tem nada de poético no que está acontecendo. O tabuleiro global não está apenas girando, ele está sendo chutado para o alto.
Lá fora, a mídia fatura bilhões te vendendo o trailer da Terceira Guerra Mundial todos os dias. Mas se o cenário global já parece roteiro dos vingadores, o nosso quintal não fica atrás.
A bagunça é tanta que a regra do jogo muda no meio do campeonato. No Brasil, até o passado é incerto.
Um dia, decidem taxar até o ar que vem dentro da caixa do seu eletrônico importado. No outro dia, voltam atrás. Na semana seguinte, taxam de novo.
Mas aqui entra o elefante na sala. Enquanto você discute a taxa da blusinha, consome pânico geopolítico ou xinga o juiz do VAR... a Inteligência Artificial não está de folga.
Ela não tira feriadão. Ela não reclama da bagunça política de Brasília. E, principalmente, ela não paga imposto de importação para ficar mais inteligente a cada segundo.
O próprio CEO da Anthropic já avisou em alto e bom som: com a velocidade das atualizações, ninguém está com o emprego garantido. Nem o dele.
A indústria da notícia e os algoritmos são vendedores de medo. O pânico é um produto altamente lucrativo.
Em um mercado onde 99% das pessoas são compradoras de pânico, a coisa mais lucrativa que você pode ser em 2026 é um vendedor de coragem.
Seu trabalho em 2026 é plugar o fone de ouvido, parar de comprar o medo que te vendem e construir algo tão absurdamente competente que nenhuma crise consiga derrubar, nenhum governo consiga frear e nenhum robô consiga replicar.
O mundo está distribuindo desculpas de bandeja este ano. Ei, só pra gente não esquecer: ainda tem eleição!
Ontem eu postei sobre os bastidores do meu projeto e o CRM que eu estou construindo. E quem já leu qualquer coisa minha aqui, sabe que eu respiro isso. Mas hoje eu quero mudar o disco. Eu não quero falar de código, de sistemas ou de automação de vendas.
Eu quero falar de pessoas. Eu gosto muito de escrever sobre pessoas.
Tudo começou com uma conversa que tive hoje cedo com um amigo. Um cara brilhante, que vive a mesma trincheira que a gente, que joga o jogo de verdade. Só que hoje, ele estava diferente. No meio do café, ele simplesmente desabou. Me contou da tristeza dele. Do cansaço acumulado.
Ele olhou para mim e disse: "Cara, parece que todo mundo está voando, e eu tô aqui, consertando o avião em queda livre".
Eu ouvi aquilo e, na hora, me lembrei de por que a internet é o lugar mais perigoso para a saúde mental de um profissional.
Mas, como a gente está aqui no mundo real:
Tem dias que o mercado te espanca. E ele bate com força.
Tem dias que o projeto atrasa, o cliente surta, o fornecedor some e a conta não fecha. Têm dias em que você olha para a tela do computador e a única vontade que passa na cabeça é largar tudo e ir vender coco na praia.
O glamour do empreendedorismo é uma mentira muito bem embalada por quem quer te vender curso de mindset.
A diferença entre a gente e a grande massa não é a ausência de dias ruins. É a atitude no dia seguinte.
O amador, quando o dia é ruim, chora. Ele precisa de um podcast motivacional e de um alinhamento dos chakras para sair da cama. "Parça", deixa eu te contar: NINGUÉM VAI TE SALVAR!
Nós? Nós tomamos um café amargo, engolimos o ego e fazemos o que tem que ser feito. Ponto final.
No fim do café, meu amigo levantou, deu um sorriso de canto de boca e voltou para o escritório. Ele não saiu de lá curado magicamente, mas saiu sabendo que não estava sozinho.
Um brinde a você, que não saiu da mesa hoje. Amanhã a gente entra no ringue de novo.
Sabe aqueles dias em que a cabeça ferve e você precisa colocar as ideias no papel para elas fazerem algum sentido? Foi exatamente o que aconteceu aqui.
Eu estava pensando em quantas pessoas eu vejo perguntando na internet sobre "como fazer uma grana extra". Gente boa, trabalhadora, que só quer um respiro no fim do mês, mas que acha que precisa reinventar a roda, criar um aplicativo revolucionário ou ter muito dinheiro para começar. Galera, eis a oportunidade de 2026: Renda Extra!
A verdade é que, na maioria das vezes, a resposta tá bem na nossa cara. Mas a ansiedade e as contas no fim do mês não deixam a gente enxergar, nem raciocinar.
Então, eu fiz o que eu gosto de fazer para organizar a minha própria mente: eu desenhei.
Eu peguei as ideias que fui juntando ao longo do tempo, as estratégias que eu já vi funcionarem na prática (algumas eu já executo), e criei esse fluxograma que você está vendo na imagem. Não tem palavras difíceis aqui. Não tem fórmula mágica. É só um caminho lógico.
As pessoas não pagam pelo seu tempo. Elas pagam para você tirar um problema do colo delas. Pode ser organização, um serviço manual, um texto, uma pesquisa, um planejamento. Se você souber empacotar isso do jeito certo, o dinheiro muda de mão.
Eu não sou o dono da verdade, longe disso. Mas esse tipo de organização visual já me tirou de muito sufoco no passado e me ajudou a tomar decisões quando tudo parecia um caos.
Estou compartilhando isso aqui porque sei como é angustiante querer fazer algo e não saber por onde começar.
Salva essa imagem. Dá um zoom. Analisa o caminho. Se esse fluxograma conseguir destravar uma única ideia na sua cabeça hoje e te dar um norte, meu trabalho aqui já valeu a pena.
Vai pra cima.